01 julho 2015

Tipos de Intolerância a Lactose



Tipos de Intolerância a Lactose
Deficiência congênita – por um problema genético, a criança nasce sem condições de produzir lactase (crônico);
Deficiência primária – diminuição natural e progressiva na produção de lactase a partir da adolescência e até o fim da vida (mais comum);
Deficiência secundária – a produção de lactase é afetada por doenças  intestinais, como diarreias, síndrome do intestino irritável, doença de Crohn, doença celíaca, ou alergia à proteína do leite, por exemplo. Nesses casos, a intolerância pode ser temporária e desaparecer com o controle da doença de base.
Em todos os diagnósticos deve ser feito acompanhamento de um profissional, pois em alguns casos a pessoa pode e deve voltar a fazer ingestão de lactose.

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Cortar Glúten Emagrece?











Cortar Glúten Emagrece?

O glúten é uma proteína composta pela mistura de proteínas: gliadina e glutenina, que se encontram naturalmente nas sementes de muitos cereais como:trigo, cevada, centeio e aveia, logo está presente em muitos carboidratos que ingerimos normalmente como pães, massas, doces e estes geralmente tem um alto valor calórico.

A restrição de glúten, em si, não tem qualquer ligação com a perda de peso, e a maioria dos produtos sem glúten contém a mesma quantidade de calorias versão convencional. Não ter glúten na formulação do alimento não significa que o mesmo seja saudável, bom exemplo disso é a batata frita que não contém glúten e não está na lista de alimentos saudáveis!

Se o intuito for emagrecer, o segredo é manter uma alimentação saudável e equilibrada — cortar o glúten não é necessário (apenas para as pessoas com diagnóstico de doença celíaca) — e praticar atividade física regularmente. Não se iluda com "dietas" da moda!

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Exercício Físico e Depressão









Exercício Físico e Depressão

A depressão é uma das doenças que mais incapacita o Ser Humano, uma forte tendência das últimas décadas com dados alarmantes: Uma em cada quatro mulheres e um em cada dez homens, podem vir a ter crises depressivas durante a vida desde a juventude até à terceira idade.

A Depressão é um Transtorno caracterizado por uma alteração psíquica e orgânica global, com consequentes alterações na maneira de valorizar a realidade e a vida. Na pessoa deprimida há uma falta de vitalidade que poderá estar acompanhada de sentimento de tristeza, falta de confiança em si próprio, sentimentos de culpa generalizados, pessimismo e nos casos mais graves pode haver tendência ao suicídio.

A prática de exercício físico é uma boa forma de prevenir e combater a depressão. O exercício físico constante e moderado tem efeitos benéficos na saúde em geral e ao nível psicológico pode reduzir a ansiedade, melhorar a auto-estima e auto-confiança, melhorar a cognição e diminuir o stress.

O exercício físico libera no cérebro substâncias que proporcionam uma sensação de paz e de tranquilidade. São as endorfinas, neuromediadores ligados à génese do bem-estar e do prazer. Por ser um potente libertador de endorfina o exercício físico cria a boa dependência quando praticado regularmente e faz falta como faria qualquer outra substância associada ao prazer. O exercício físico é altamente eficaz no combate ao stress e ansiedade e quando é moderado e regular, descontrai o corpo e ativa o sistema imunológico bem como melhora qualidade do sono.

É importante praticar uma modalidade na qual a pessoa se sinta bem e que goste para evitar a frustração. Importantíssimo que se inicie qualquer atividade física com auxílio profissional.

O segredo da longevidade, bem-estar físico e psicológico está principalmente em ter uma alimentação adequada, e pratica exercício físico regular.

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30 junho 2015

Dor Ciática











Dor Ciática

É chamada de dor ciática popularmente qualquer dor nas pernas e na região lombar. As fibras nervosas que emergem entre a quarta e a quinta vértebras lombares (L4 e L5) e a primeira e segunda sacrais (S1 e S2) saem da pélvis na direção do membro inferior, na forma de um tronco nervoso: o nervo ciático, o maior do organismo.
A prevalência da dor ciática na população é ao redor de 40%. Costuma acometer mulheres e homens a partir da quarta ou quinta década de vida. A dor pode se instalar de forma abrupta ou lenta. É geralmente unilateral, mas pode ocorrer bilateralidade quando existe herniação ou processos inflamatórios do disco com compressão da medula.

Nos casos mais típicos ela se irradia ao longo da faixa que vai da parte média ou inferior da nádega à região dorsolateral da coxa (compressão da raiz em L5), à posterior da coxa (compressão em S1) ou à anterolateral da coxa (compressão em L4).

Quando a dor nas costas e no trajeto do ciático aumenta ao tossir, espirrar ou ao estender o membro inferior, há suspeita de ruptura do disco. Fraqueza na perna ocorre em menos da metade dos casos. Pode surgir sensação de formigamento e perda de sensibilidade nas áreas acometidas.

Embora o repouso seja recomendado como rotina, não há evidências de que traga benefícios nos casos em que há possibilidade de movimentação. O objetivo do tratamento é o controle da dor por meio de fisioterapia e medicamentos. Anti-inflamatórios, derivados da cortisona, antiepiléticos, relaxantes musculares e analgésicos podem ser úteis, mas seus efeitos variam muito de uma pessoa para outra.

Ioga, acupuntura, estimulação elétrica e manipulações da coluna apresentam resultados imprevisíveis e às vezes contraditórios. A cirurgia provoca alívio mais rápido e acelera a recuperação motora, mas só está indicada quando existe hérnia de disco com compressão importante do canal medular ou quando as dores são mais persistentes. O momento ideal para a indicação cirúrgica não está bem definido.

Por isso preste atenção sempre na sua postura, inclua exercícios físicos na sua rotina,alongue sempre que puder, não fique acima do peso e também, procure ajuda de um profissional.
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É importante um intolerante à lactose utilizar algum tipo de suplemento de cálcio?





É importante um intolerante à lactose utilizar algum tipo de suplemento de cálcio?

VERDADE! Apesar de não ser via de regra, é interessante avaliar, frente a um nutricionista a possibilidade e/ou necessidade de algum tipo de suplemento de cálcio (e claro, fatores que auxiliam na sua absorção e metabolismo como a vitamina D3, o magnésio, o fósforo e o zinco) ser incrementado na dieta, na quantidade correta e, claro, nos momentos convenientes.
Muitas vezes, a dieta, por conta própria pode suprir as necessidades de cálcio, mas, se feita de maneira bastante precisa, o que não é a realidade para 99% das pessoas. Assim, os suplementos entram como uma facilidade e com uma credibilidade de que seu corpo não entrará em déficits que possam prejudicar, em especial, sua saúde.
Mulheres, em especial as que se encontram próximas e/ou na menopausa, devem dar bastante atenção a esse ponto, pois, ele é fundamental devido a maior perda de cálcio e óssea pela ausência do estrógeno.
A suplementação de cálcio, entretanto, não deve ser considerada sem limites nem tampouco feita por conta. Do contrário, poderemos ter prejuízos como cálculos renais, por exemplo, ou, desperdiçar dinheiro, pois, a utilização incorreta não apresentará os benéficos efeitos do (ou dos) suplemento (s). Portanto, procure sempre um profissional qualificado e esteja com os exames em dia!
Fonte: Marcelo Sendon
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