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09 dezembro 2021

Carboidratos

Se você ainda tem medo de CARBOIDRATO estou aqui para te ajudar!

Este é um post que diferencia os tipos de carboidratos e uma breve explicação do “tal”do Índice Glicêmico!

Se você RESTRINGE os carbos e quer ganhar massa muscular ou mesmo manter… está no caminho errado!!

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Vamos organizar sua rotina de forma #saudável e #sustentável? Eu te ajudo!

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Sua #Nutricionista e #PersonalTrainer @taisrimoli

#telemedicina #nutrição #atendimentoonline #saúde #consultaonline #qualidadedevida #emagrecimento



31 maio 2019

Alimentação balanceada pode reduzir suas chances de desenvolver depressão em 50% saiba aqui quais alimentos priorizar

A depressão, mal do século, atinge uma quantidade impressionante que não se tem cálculo exato, mas pode se tratar de 30% da população mundial segundo dados recentes da Organização Mundial de Saúde.

Muitas pessoas que sofrem com depressão não sabem que estão com o quadro, não sabem como e onde procurar ajuda, se sentem envergonhados pelo preconceito das pessoas, sentem-se fracos, são vistos como preguiçosos, pois infelizmente seus vínculos não entendem que se trata de uma doença muito séria.

De maneira bem geral a depressão é entendida como a tristeza que não passa e quimicamente a depressão é explicada por um defeito nos neurotransmissores responsáveis pela produção de serotonina e endorfina que nos dão a sensação de bem-estar.

Segundo a Nutricionista e Personal Trainer Tais Rímoli, uma rotina de exercícios e alimentação balanceada ajudam muito na profilaxia e no tratamento.

E quais são os sintomas da depressão?

Tristeza profunda e contínua;
Melancolia;
Baixa autoestima;
Choro frequente;
Inquietação;
Ansiedade;
Cansaço exagerado, indisposição, sonolência;
Falta de interesse por suas atividades;
Sensação de fracasso;
Distúrbios alimentares;
Insônia;
Pensamentos pessimistas e ou suicidas;
Alterações digestivas;
Alterações hormonais;
Dores de cabeça frequentes;
Tensão muscular e dores pelo corpo;
Imunidade baixa.

O que desencadeia a depressão?

Fatores genéticos;
Sedentarismo;
Alimentação incorreta, falta de nutrientes, restrições alimentares severas;
Falta de apoio da família e amigos;
Estresse;
Limitações físicas;
Gravidez e pós-parto;
Transtorno bipolar;
Doenças gástricas;
Síndrome do intestino irritável;
Depressão anterior;
Vítimas de violência.

Entendemos aqui o quão grave é a depressão, que não se trata de frescura, que seus sintomas ultrapassam a tristeza, tendo alterações fisiológicas, químicas e deve ser orientada por um profissional devidamente habilitado, portanto quando se fala de tratamento entenda a seriedade da doença e procure orientação.

Mas além da orientação profissional o que mais podemos fazer?

Novos estudos indicam grandes relações entre alimentação e depressão, portanto uma pessoa que se alimenta bem tem menos chance de desenvolver depressão, bem como se a mesma praticar exercícios físicos e tudo com regularidade.

Não existe nenhuma grande novidade até aqui, mas o que será discorrido abaixo vai fazer você pensar melhor na hora de escolher seus alimentos.

Você já pensou que a escolha de alguns nutrientes na sua rotina alimentar pode reduzir suas chances de desenvolver depressão em 50%?

Vamos aos nutrientes importante e suas fontes:

Triptofano e ômega-3: carne, peixe, frutos do mar, ovo, castanha, amendoim, ervilha, abacate, couve-flor, banana, grão-de-bico e abacate;

Cálcio: leite e derivados;

Ferro: carne vermelha, brócolis, espinafre, couve,  grão-de-bico, lentilha, ervilha, feijão, tofu, algas, cereais integrais;

Magnésio: chocolate, castanhas, amêndoas, sementes de abóbora, arroz integral, gérmen de trigo, aveia, abacate e banana;

Complexo B: espinafre, couve manteiga, leite e derivados, fígado, frango, ameixa e melancia;

Vitamina C: acerola, goiaba, abacaxi, laranja, limão, tangerina, amora, framboesa;

Fibras: alimentos integrais, cereais, frutas, verduras, legumes.

Mas é claro que o segredo para que estes nutrientes cumpram o seu papel é a regularidade, bem como aliado às atividades físicas regulares também.

O mais curioso é o fato de que alimentos como frituras, ultraprocessados como salgadinhos, bolachas, fast food, bebidas alcoólicas, refrigerantes em excesso consumidos com regularidade e sedentarismo podem ajudar a desencadear a depressão!.

Então cada dia mais, estamos entendendo a real necessidade de se alimentar bem com regularidade e se exercitar para nossa saúde física e mental.

Então vamos recomeçar ou começar?
Conto com vocês!
Gostou? Ajude um amigo e compartilhe esta ideia!
Tais Rímoli - Nutricionista e Personal Trainer
Instagram: @taisrimoli
www.taisrimoli.com.br

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Segundo estudo começar exercícios físicos depois dos 40 não é tarde demais, saiba agora como e por que começar

E quando você apaga as velinhas do seu superbolo de aniversário e se torna oficialmente um "Quarentão" ou uma "Quarentona", com muito orgulho claro, começam as resoluções do seu ano novo! E se um dos seus novos objetivos para a nova jornada é começar a correr depois dos 40, meus parabéns!

Segundo estudo publicado no Congresso EuroPRevent 2014, na Holanda, começar exercícios físicos depois dos 40 não é tarde demais! Portanto não desanime e inicie suas atividades!

Qual o primeiro passo para correr depois dos 40?

Exames médicos prévios são indicados para qualquer idade, mas de acordo com a Sociedade Brasileira de cardiologia, após os 40, o check-up é obrigatório antes do início das atividades, sobretudo o teste ergométrico.

Feito o primeiro passo, você deverá procurar orientação para início da uma atividade resistida (musculação ou pilates) para criar uma boa base muscular e evitar lesões desnecessárias.

Segundo a Nutricionista e Personal Trainer Tais Rímoli, uma das maiores causas de desistência é justamente a falta de orientação profissional, pois é muito frequente que o ajuste alimentar seja necessário bem como os treinos de base para que o iniciante não se machuque.

Mas faço os exercícios resistidos antes ou depois da corrida?

Esta é uma boa pergunta! Neste momento é muito importante estar com um profissional de educação física que lhe oriente de acordo com o objetivo do seu treino quando realizar um ou outro, o ideal é que esteja dentro de uma programação de treino e repouso onde uma atividade não atrapalhe a outra e assim você consiga obter os benefícios das duas atividades.

Benefícios da corrida depois dos 40:

Melhora o estado de espírito;
Melhora a memória;
Aumenta a disposição física e mental;
Melhora a ansiedade e tensão
Melhora o sistema imunológico;
Melhora a concentração;
Reduz a gordura corporal;
Melhora da qualidade do sono;
Melhora capacidade cardiovascular e pulmonar;
Melhora os níveis de colesterol;
Melhora a força de membros inferiores;
Auxilia na redução da osteoporose;
Diminuição da pressão sanguínea.

Existe ainda relato de alguns corredores demonstrando uma sensação tão relaxante que chegam a comparar o momento único da corrida como uma forma de meditação.

Qual a diferença de correr na esteira ou no parque?

Não existe melhor ou pior, tudo depende de seus objetivos e condições. Na esteira você tem o impacto diminuído, controla a velocidade e inclinação, tem chance de hidratação mais fácil, em muitos locais até mesmo ar-condicionado, televisão etc e também em contrapartida o treino fica um pouco monótono.

Já no parque, tem o atrito do vento, irregularidades de terreno, você acaba ficando dependente das condições climáticas como sol, chuva, frio, não tem o conforto da academia, mas tem muito ar puro para respirar, e muito que se distrair num parque. A dica é aproveitar um pouco do que cada situação propicia a você.

Então vamos às dicas para você começar definitivamente a correr depois dos 40:

Como citado acima, primeiramente procure seu médico;
Procure um professor de educação física para lhe orientar a forma mais correta de organizar seus treinos (dias, horário, descansos, troca de treino, etc.);
Passe com um nutricionista, que lhe ensinará a se alimentar de acordo com o tipo de corrida que você decidir praticar, não se esqueça de que é muito comum as pessoas engordarem depois que começam a correr, pois acham que podem comer de tudo, a qualquer hora, ou mesmo se enganam com a suplementação de carboidrato;
Mantenha objetivos plausíveis e coerentes com seu treino, nunca inicie já querendo uma maratona, seja gradativo;
Seja persistente, nem sempre os dias de treino serão muito fáceis, poderá estar mais cansado, com compromisso dentre outros percalços, mas não desista, os benefícios vêm da regularidade;
Procure um tênis adequado, (se puder fazer o teste da pisada que algumas lojas de tênis oferecem) será melhor, caso não tenha esta possibilidade procure um com um bom amortecimento, e procure variar os pares também;
Inicialmente é muito comum dores espalhadas e alternadas pelo corpo: um dia no joelho, outro na canela etc. Estas dores podem ser de adaptação do seu corpo ao novo estímulo, mas avise seu professor e caso elas persistam é necessário que procure orientação médica;
Aprenda a postura correta da corrida com seu professor, para aperfeiçoar seus resultados bem como para que não sinta dores indesejadas;
Vista-se com roupas leves e agradáveis;
Aqueça sempre antes dos treinos;
Hidrate-se sempre muito bem, antes, durante (quando possível) e depois;
Jamais inicie sua corrida em jejum;
Respeite sua individualidade biológica, não se compare com as outras pessoas;
Alongue especialmente depois da corrida;

E uma das dicas mais legais! Procure o estímulo dentro de você! Pode correr com os amigos, pode fazer amigos correndo, divirta-se, curta este seu momento, mas sempre saiba que o maior compromisso é com você, com sua saúde!

Gostou? Compartilhe essa ideia e vamos correr!
Até a próxima!

Tais Rímoli - Nutricionista e Personal Trainer
www.taisrimoli.com.br
Instagram: @taisrimoli
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A Verdade sobre os Carboidratos: de quais você deve manter distância?

Falar em carboidrato causa arrepio em muitas pessoas. Muitos só pensam em pizza, pães, doces de padaria e etc., mas será que é só isso mesmo? Será que como tudo na vida não existe o lado bom? Então vamos discorrer sobre os carboidratos para que se possa entender melhor.

Os Carboidratos são a principal fonte de energia para nosso organismo e são especialmente importantes porque é também a principal fonte de alimento do nosso sistema nervoso central. Além disso, regula o metabolismo das proteínas, portanto se não houver carboidrato suficiente para nos gerar energia é a proteína que será "desperdiçada", pois será utilizada para promover energia, e deixará de cumprir seu papel principal que é a construção e reparo de tecidos, o que tornaria mais difícil o ganho e manutenção de massa magra.
Qual o perigo das dietas com pouco ou pouquíssimo carboidrato?

Inicialmente você perderá peso, sim, mas vamos pensar juntos: a proteína mantém a massa magra do nosso corpo, que juntamente com os exercícios físicos resistidos ajuda a manter a taxa metabólica basal (o quanto gastamos de energia em repouso) mais alta, faltando os carboidratos, as proteínas deixam seu papel de lado para produzir energia, diminuindo assim sua taxa metabólica, e como se não bastasse, acabando com seu rendimento nos exercícios, e ainda de brinde poderá sentir sintomas de baixa função da tireoide, incluindo extremidades frias, perda de cabelo, problemas digestivos, flacidez, ossos fracos, má digestão, irritabilidade, ansiedade, depressão entre outros.

Quando estas alterações estão instaladas, você irá parar de perder peso, porque seu corpo preocupado com sua nova realidade irá entrar em uma forma "mais econômica de energia". Além disso, dietas ricas em gorduras saturadas e pouco ou nenhum carboidrato mostram um aumento do LDL bem acima do limite estabelecido, podendo aumentar seu colesterol total; e não para por aqui! Utilizar por muito tempo apenas proteínas como fonte de energia pode levar à formação de ácido úrico e ureia demasiada, sobrecarregando os rins, que por sua vez, como consequência poderá sobrecarregar o fígado.

Entendi a importância do carboidrato, mas quanto devo consumir?

É recomendado seguir uma alimentação que forneça pelo menos 50% do seu total calórico em carboidrato. Porém, para quem pratica atividade física essa quantidade deve ser maior e vai variar de acordo com o tipo, frequência e intensidade dos treinos. Por isso o ideal é visitar um nutricionista, pois ele fará os cálculos exatos de suas necessidades. Lembre-se de nossa individualidade biológica, nada de pegar a dieta que a vizinha recebeu.

Onde encontramos os carboidratos?

Arroz, batata, massas em geral, mandioca, pães, aveia, granola, cereais, frutas e legumes. Mas dê preferência aos alimentos integrais (que trazem vitaminas, minerais e fibras), pois os refinados fornecem calorias "vazias", aquelas que não ajudam a nutrir o corpo.

Escolher melhor as fontes de carboidrato é a forma mais saudável de se manter em forma, ficando longe de alimentos ultraprocessados como macarrão instantâneo, bolachas, bolos dentre outros pois tem maior índice glicêmico, mais açúcar refinado, sódio, gorduras e aditivos.

Segundo Tais Rímoli, Nutricionista e Personal Trainer, o grande segredo de uma vida saudável é o equilíbrio, isso serve para todas as vertentes da vida, não é legal ser uma pessoa muito permissiva, mas também ser inflexível não é muito próspero. Então o papel aqui é demonstrar que todos os alimentos podem e devem ser consumidos de forma proporcional e de acordo com seu estilo de vida.

Daí mais uma vez entra a importância de se entender que cada um tem sua rotina, sua individualidade biológica, sua genética, seu histórico alimentar e de atividades físicas e por aí vai. Sendo todos tão diferentes o que te faz pensar que abrirá uma revista e encontrará uma dieta de sucesso? Pense nisso antes de arriscar sua saúde!

Tais Rímoli - Nutricionista e Personal Trainer
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