29 junho 2015

Dicas para escolher uma boa Academia !

Dicas para escolher uma boa Academia !
A academia é um local voltado para a saúde, para adquirir ou melhorar sua qualidade de vida. Portanto, um local onde você deve se sentir bem. Por isso, antes de se matricular numa delas, é interessante que se observe alguns itens.

Por causa da vida muito corrida, é importante que a academia seja próxima de sua casa ou trabalho, isso diminuiria as chances de você faltar as aulas.

A recepção deve ser agradável, o funcionário deve ser atencioso e lhe passar o máximo de informações sobre o funcionamento, regulamentos, horários, aulas de seu interesse, etc. Se logo de cara a academia não conseguir atender bem seus clientes, é porque não primam pela organização.

Peça para conhecer as instalações e observe a qualidade e o estado de conservação em que se encontram os materiais e aparelhos. Esses não precisam ser luxuosos ou ultra modernos, mas devem estar em perfeitas condições de uso. É uma questão de segurança.

A higiene é fundamental, tanto nos banheiros, vestiários, como nas salas de aula. Observe por exemplo se são colocados separados os colchões usados dos colchões limpos, se funcionários constantemente limpam e secam os pisos, os assentos e encostos dos aparelhos. Isso evita uma série de doenças de pele, que podem não ser graves, mas desagradáveis.

O espaço físico das salas de aula deve estar adequado ao número de alunos. Uma sala muito cheia não é recomendável, pois você pode se machucar ou machucar um colega. Quanto mais alunos numa sala, menor a possibilidade do professor observar o aluno com atenção. Isso é um ponto desfavorável às grandes academias. Por melhor e mais competente que seja o professor, é impossível, orientar, controlar e observar mais que dez alunos ao mesmo tempo.

Algumas academias possuem uma infra-estrutura fantástica, desde espaço para bate-papo, cybercafé, restaurante, até lavanderia, secadora de lingeries nos vestiários, salão de beleza, etc. Em geral, locais agradabilíssimos (foram projetados para cativar), porém, cuidado, eles oferecem pacotes 'com direito' a tudo isso, incluindo todas as modalidades de aulas. Aparentemente não é caro, mas você vai ter tempo de usufruir de tudo? Ou vai chegar, fazer sua aula preferida (uma ou duas) e sair? Então acaba não valendo a pena o custo-benefício.

Verifique também se os horários das aulas de seu interesse são compatíveis com seus horários disponíveis.

Quanto aos professores, segundo a lei 9696, que regulamenta a profissão de Educação Física, todos os que atuam na área, devem ter faculdade de Educação Física. Não fique orgulhoso por ter aulas com um campeão de determinada modalidade. Ele é o 'melhor' na prática, mas é um atleta e não um professor. Por isso, pode não ter os conhecimentos necessários em fisiologia, anatomia, biomecânica, didática do ensino... elementos essenciais para ministrar aulas.Você se consultaria com um 'médico' sem faculdade de medicina? Pois é sua saúde que está em jogo. Pergunte se os professores são formados, os que tem especializações e se todos são credenciados no conselho regional de Ed. Física (CREF). Estagiários não podem dar aulas sem acompanhamento de um profissional formado.

Enfim, verifique todos esses pontos, tire todas as suas dúvidas, para então se matricular naquela mais adequada às suas possibilidades e estilo. Agora lembre-se, nenhum aparelho ou modalidade faz milagres no seu corpo, o que conta é seu empenho, assiduidade e determinação, acompanhados de boa orientação.
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26 junho 2015

De dieta? Saiba como preparar a famosa pizza low-carb, SEM GLÚTEN e comer sem culpa !!




De dieta? Saiba como preparar a famosa pizza low-carb e comer sem culpa

Com a expansão da onda fitness no país, opções de pizza com massas low-carb fazem a alegria dos amantes da comida.
Fazer dieta muitas vezes significa abrir de cometer alguns pecados culinários que, apesar de serem deliciosos, são tão calóricos que não podem colocar seu progresso a perder. A pizza, que tem um lugar especial no coração dos amantes da comida italiana, está no topo da lista dos alimentos que devem ser evitados durante a dieta.
Só que nem tudo está perdido! Com a expansão da onda fitness no país, opções de pizza com massas low-carb (com baixo índice de carboidrato, vilão dos processos de emagrecimento) e sem farinha que fazem a alegria dos amantes da comida que buscam reduzir os números no manequim.
Confira abaixo a receita e o modo de preparo da massa de pizza low-carb e sem glúten, adaptada do blog Temperaria, que substitui os ingredientes tradicionais. Ela pode ser preparada com couve-flor, siga as instruções abaixo:  
ANTES DE TUDO: 
- Pré-aqueça o forno a 200 graus.
INGREDIENTES
* 1 e 1/2 xícara de couve-flor (só as florzinhas)
* 1 ovo
* 3/4 de xícara de mussarela ralada (light ou normal)
* 1 dente de alho pequeno amassado
* 1/2 colher (chá) de noz moscada
* Pimenta do reino e sal a gosto
PREPARE:
1 - Pique as flores da couve-flor nos menos pedaços possíveis, ou triture o legume em um processador de alimentos até ele parecer uma farofa fina. Coloque em uma tigela de vidro, cubra com plástico filme, faça um furo com uma faca no plástico para que o vapor saia.
2 - Depois, leve tudo ao microondas para cozinhar. O tempo varia com a potência do aparelho, vá observando de dois em dois minutos. O tempo médio é de oito minutos.  
3 - Rale a mussarela bem fina, e misture com a farofa de couve-flor cozida. Coloque um dente de alho amassado, a noz moscada a gosto e o ovo. Misture tudo bem, até formar uma bola de massa similar as das pizzas caseiras. Use sal a gosto, caso acho necessário. 
4 - Pode untar uma forma antiaderente com spray de óleo ou azeite culinário, caso acho necessário. Em seguida, abra a massa com a mão no fundo da forma, até cobri-la por inteiro. Leve ao forno para pré-assar por 15 minutos.
5- Retire do forno quando as bordas da massa começarem a dourar, e cubra sua pizza com o recheio de sua preferência. Quanto mais light melhor! A opção menos gordurosa é preparar um molho de tomate caseiro, sem açúcar e bem temperado, cobrir com mussarela, tomate, manjericão e orégano. Neste momento fica ao critério do que é permitido ou não na sua dieta. 
6 - Depois de preparar o recheio, leve a pizza de volta ao forno por mais 10 minutos. Retire e sirva normalmente, aproveitando esta delícia sem culpa na consciência. 
Fonte: http://www.correio24horas.com.br/detalhe/noticia/de-dieta-saiba-como-preparar-a-famosa-pizza-low-carb-e-comer-sem-culpa/?cHash=595c4f3edcbb6cfe6cdbd86613194a0c
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Tratamento com a enzima lactase funciona para todos os intolerantes à lactose?








Tratamento com a enzima lactase funciona para todos os intolerantes à lactose?

MITO! A enzima lactase, ingerida de forma exógena, ou seja, através de suplementos e/ou medicamentos possui grande efetividade em muitos os indivíduos, porém, não em todos.
A depender do grau de intolerância à lactose o qual a pessoa se encontra, ela pode ser boas ou más respostas frente ao uso da lactase e, principalmente, frente as dosagens de consumo da enzima.
Além disso, devemos avaliar o teor lácteo que a pessoa está ingerindo, seja com ou sem a lactase, para manipular as quantidades necessárias. Analogicamente, é como um diabético que vai a uma festa e, por conseguinte, necessita de dosagens próximas ao que irá consumir (que é diferente do que consome diariamente) no que se diz respeito aos glicídios. Porém, não há como precisar exatamente, portanto, o autoconhecimento também deve ser muito considerado neste ponto.
Deve ser salientado também que,  o uso constante da lactase pode ter seu efeito bastante diminuto, sendo portanto então, o consumo indicado para casos esporádicos. Também, o preço o qual a lactase hoje é vendida no Brasil não dá aporte para a maioria dos brasileiros adquirir, portanto, pense bem nos custos e benefícios e, claro, somente uso sob supervisão médica e nutricional.
Fonte: Marcelo Sendon

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25 junho 2015

ESTUDO INDICA QUE PRATICAR ATIVIDADE FÍSICA AJUDA NO RENDIMENTO ESCOLAR DAS CRIANÇAS







ESTUDO INDICA QUE PRATICAR ATIVIDADE FÍSICA AJUDA NO RENDIMENTO ESCOLAR DAS CRIANÇAS


Vários estudos já mostraram que a atividade física está diretamente ligada à inteligência, pois a movimentação do corpo faz o cérebro trabalhar melhor. A novidade é a associação dos exercícios físicos, incluindo esportes, com o desempenho escolar das crianças. Segundo uma pesquisa realizada na Universidade de West Virginia, nos Estados Unidos, quem se exercita possui chances maiores de ter boas notas na escola.
Para chegar a essa conclusão, os pesquisadores analisaram 725 estudantes do quinto e do sétimo ano. Os jovens que mantiveram a atividade física também continuaram com notas altas. Porém, quem deixou de praticar esporte ou qualquer outro exercício, teve queda no desempenho escolar.
Além de ajudar no desenvolvimento acadêmico, os exercícios físicos melhoram a saúde; garantem condicionamento, bom humor e noites tranquilas de sono; e fazem as crianças gastarem as energias. Portanto, os benefícios não são apenas para os adultos, já que desde cedo as crianças apresentam mais bem-estar em praticar alguma atividade.
O incentivo vem de casa
Apesar de a educação física ser uma das matérias favoritas dos estudantes, cabe aos pais incentivar a prática de atividades, pois as escolas costumam restringir o tipo de exercício. Geralmente, os alunos jogam futebol, handball e vôlei, sendo que há outros esportes que poderiam aprender.
Em virtude disso, os pais podem levar os filhos a lugares em que possam conhecer outras modalidades, além de oferecer a eles roupas e tênis adequados, como esses, para cada tipo de atividade. Assistir a um jogo de basquete, andar de bicicleta no parque e ir a um clube com piscina, por exemplo, são maneiras de abrir um novo universo para que a criança possa decidir o que gosta e usufruir todos os benefícios da prática de exercícios.

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Quais as diferenças entre sensibilidade ao glúten, alergia ao trigo e doença celíaca?





Quais as diferenças entre sensibilidade ao glúten, alergia ao trigo e doença celíaca?
A doença celíaca é autoimune desencadeada pela ingestão de glúten. O diagnóstico precoce é fundamental para que os sintomas desapareçam. O indivíduo com essa doença tem inflamação na mucosa intestinal, com manifestação de dor abdominal recorrente, náuseas, vômitos, empachamento do estômago e diarreia ou constipação e com isso diminuição na absorção de nutrientes. 
A sensibilidade ao glúten pode ser definida pela presença de alterações morfológicas, funcionais e imunológicas, que respondem com a exclusão do glúten e que não apresenta as características patológicas e laboratoriais que definem a doença celíaca.
A alergia ao trigo é definida como uma reação imunológica adversa às proteínas do trigo mediada por IgE - pode apresentar-se com sintomas respiratórios ("asma do padeiro" ou rinite, mais comum em adultos), alergia alimentar (sintomas gastrintestinais, urticária, angioedema ou dermatite atópica; principalmente em crianças) e urticária de contato. Os testes para alergia ao trigo incluem dosagem sérica de IgE ou testes cutâneos para o trigo. A sensibilidade ao glúten não celíaca é uma forma de intolerância ao glúten quando a doença celíaca e a alergia ao trigo forem excluídas.
Para diagnosticar os três casos, os exames laboratoriais, como anticorpos antigliadina, antiendomísio e antitransglutaminase positivos sugerem doença celíaca, embora altamente precisos e confiáveis, são insuficientes para um diagnóstico. A confirmação do resultado só ocorrerá por biópsia do intestino delgado com no mínimo a coleta de três fragmentos. 
Os sintomas tardios da sensibilidade ao glúten podem ser extra intestinais, como o aumento da chance de inflamações sistêmicas, doenças autoimunes (tireoidite de hashimoto, diabetes tipo I, hepatite autoimune), e alterações neurológicas como alterações do humor, agressividade, perda da memória, redução da capacidade intelectual e da disposição física e enxaqueca. É válido também comentar que de acordo com a Associação Americana de Diabetes, a cada 20 indivíduos com diabetes tipo 1, um deles é celíaco. Esta ligação acontece, pois ambas as doenças compartilham fatores de risco genéticos.
Se a pessoa tiver diagnóstico de doença celíaca, a retirada total do glúten é a conduta mais indicada. Tal retirada garante melhora do sistema imunológico e cessa quadros clínicos como coceira, diarreia, anemia e distensão abdominal, além de outros sinais que possam ser apresentados pelo paciente. A retirada parcial, indicada para quem apresenta certo grau de intolerância, pode trazer minimização de distensão abdominal, gases e quadros como urticária de contato.
Outra dica importante é que o glúten pode ser substituído pelas farinhas dos seguintes alimentos: milho (farinha de milho, amido de milho, fubá), arroz (farinha de arroz), batata (fécula de batata), mandioca (farinha de mandioca, polvilho doce, polvilho azedo, tapioca). Quinua e amaranto também são permitidos. Com respeito aos produtos industrializados, os pacientes com doença celíaca devem sempre ler os rótulos para certificarem-se de que o produto não contém glúten. Assim, a pessoa não terá perda nutricional e a alimentação poderá ser balanceada e saudável.
Fonte: Tarcila Ferraz de Campos

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