31 maio 2019
Segundo estudo, mesmo dentro do seu peso, a gordura abdominal é perigosa e traz sérios riscos à saúde
Muitas alterações fisiológicas começam a acontecer logo após os 30 anos de idade e uma delas é o começo do aumento da circunferência abdominal.
De acordo com Tais Rímoli, Nutricionista e Personal Trainer, a primeira coisa que você precisa entender é que não há nenhuma solução rápida nem tão pouco milagrosa. Decidir entrar em forma é um trabalho que depende da sua dedicação e da orientação de profissionais devidamente habilitados.
É preciso lembrar que dietas da moda muito restritivas e que não são feitas especificamente para você podem trazer sérias avitaminoses, alterações hormonais, perda de massa muscular e ainda propiciar o efeito sanfona que é extremamente prejudicial ao seu organismo.
Existe dois tipos de gordura abdominal a subcutânea, que se localiza a frente dos músculos abdominais e a visceral, que se acumula entre as alças intestinais e órgãos internos como o fígado. As duas são prejudiciais à saúde, mas estudos comprovam que a gordura visceral é ainda mais perigosa.
O Risco da Gordura Abdominal:
Resistência à insulina podendo ocasionar o diabetes;
Aumento do colesterol;
Doenças cardiovasculares;
Apneia no sono;
Hiperlipidemia pós-prandial (associada à aterosclerose - acúmulo de placas de gordura);
Alteração da pressão arterial nos vasos favorecendo sua obstrução (AVC);
Câncer nos órgãos afetados pelo excesso de gordura;
Demência;
Síndrome metabólica, um conjunto de alterações que traz riscos ao coração;
Dor crônica;
Insuficiência renal;
Alterações hepáticas;
Morte súbita.
Causas:
Falta de atividades físicas regulares;
Má alimentação;
Tabagismo;
Excesso de bebidas alcoólicas;
Falta de sono;
Stress.
Como posso saber se está dentro do grupo de risco?
É muito importante que você tenha ciência das causas acima citadas, e, além disso, poderá medir, com uma fita métrica, na cintura, no ponto médio entre a última costela e a crista ilíaca, posicione corretamente a fita, não deixe dobrar e principalmente deixe o abdômen relaxado!
Para mulheres:
Ideal até 80 cm;
Risco moderado entre 80 e 88 cm;
Alto rico acima de 88 cm.
Para homens:
Ideal até 94 cm;
Risco moderado entre 94 e 102 cm;
Alto risco acima de 102 cm (OMS)
Há também outra forma de se avaliar a obesidade central realizando a Razão Cintura Quadril, que de acordo com a Organização Mundial da Saúde, o perímetro da cintura em cm dividido pelo perímetro do quadril em cm como um dos critérios para caracterizar a síndrome metabólica, com valores de corte de 0,90 para homens e 0,85 para mulheres. Este dado demonstra na população brasileira a risco de comorbidades.
Em 2018, o The New England Journal of Medicine publica um estudo com 350 mil europeus de ambos os sexos e detecta que ter uma cintura maior pode quase dobrar o risco de morrer prematuramente mesmo se o peso da pessoa esteja dentro do IMC sugerido, demonstrando assim o grande risco da gordura da região abdominal.
Como perder gordura abdominal?
Nada de milagres ou loucuras ou dietas da moda, saiba que você pode colocar sua saúde em risco se aderir às tais práticas.
Mudanças no estilo de vida como alimentação balanceada e ingresso em atividades físicas é ainda a maneira mais saudável, eficaz e segura que cuidar da gordura abdominal. Procure sempre orientação de um profissional pois é muito importante saber o que pode comer, como e quando e quais exercícios são mais seguros para sua condição!
Vamos deixar claro primeiramente que estamos lidando com sua saúde, então antes de imaginar qualquer medida "milagrosa" e rápida, pense no quanto ela pode ser prejudicial a tantos órgãos. Pense que você não ganhou peso de uma noite para a outra, foi preciso tempo para isso, logo, não poderá perder também de uma semana para outra, é preciso paciência, dedicação e persistência. É bem verdade que algumas pessoas têm mais facilidade por questão genética ou mesmo por histórico de atividades físicas, mas você não vai desistir apenas porque pode parecer difícil.
Vamos às dicas!
Reeducação alimentar com um Nutricionista, não com coatching nutricional, professor de educação física, endocrinologista e etc. Planejamento Alimentar é tarefa exclusiva do Nutricionista;
Beba água não apenas durante a atividade física, mas sim durante todo o seu dia;
Acompanhe o funcionamento do seu intestino;
Cuidado com o consumo de bebida alcoólica, pois ela retarda muito seu resultado;
Com o professor de educação física: fortalecimento geral e na região com exercícios resistidos, a musculação e também o pilates, estes exercícios fazem com que você aumente seu metabolismo basal, porque quanto mais massa magra tiver, mais energia seu corpo gasta em repouso;
Exercícios aeróbios são necessários, pois além de auxiliar na perda de calorias são extremamente importantes para sua saúde cardiovascular;
Tão importante quanto o treino é o tempo de repouso, portanto um bom acompanhamento profissional é essencial para o sucesso do seu plano;
Stress e falta de sono induzem à liberação de cortisol, facilitando o acúmulo de gordura na região abdominal;
Procure orientação profissional! Não busque milagres, faça uma alimentação balanceada, incorpore exercícios físicos na sua rotina.
Tais Rímoli - Nutricionista e Personal Trainer
www.taisrimoli.com.br
Instagram: @taisrimoli
www.taisrimoli.com.br
De acordo com Tais Rímoli, Nutricionista e Personal Trainer, a primeira coisa que você precisa entender é que não há nenhuma solução rápida nem tão pouco milagrosa. Decidir entrar em forma é um trabalho que depende da sua dedicação e da orientação de profissionais devidamente habilitados.
É preciso lembrar que dietas da moda muito restritivas e que não são feitas especificamente para você podem trazer sérias avitaminoses, alterações hormonais, perda de massa muscular e ainda propiciar o efeito sanfona que é extremamente prejudicial ao seu organismo.
Existe dois tipos de gordura abdominal a subcutânea, que se localiza a frente dos músculos abdominais e a visceral, que se acumula entre as alças intestinais e órgãos internos como o fígado. As duas são prejudiciais à saúde, mas estudos comprovam que a gordura visceral é ainda mais perigosa.
O Risco da Gordura Abdominal:
Resistência à insulina podendo ocasionar o diabetes;
Aumento do colesterol;
Doenças cardiovasculares;
Apneia no sono;
Hiperlipidemia pós-prandial (associada à aterosclerose - acúmulo de placas de gordura);
Alteração da pressão arterial nos vasos favorecendo sua obstrução (AVC);
Câncer nos órgãos afetados pelo excesso de gordura;
Demência;
Síndrome metabólica, um conjunto de alterações que traz riscos ao coração;
Dor crônica;
Insuficiência renal;
Alterações hepáticas;
Morte súbita.
Causas:
Falta de atividades físicas regulares;
Má alimentação;
Tabagismo;
Excesso de bebidas alcoólicas;
Falta de sono;
Stress.
Como posso saber se está dentro do grupo de risco?
É muito importante que você tenha ciência das causas acima citadas, e, além disso, poderá medir, com uma fita métrica, na cintura, no ponto médio entre a última costela e a crista ilíaca, posicione corretamente a fita, não deixe dobrar e principalmente deixe o abdômen relaxado!
Para mulheres:
Ideal até 80 cm;
Risco moderado entre 80 e 88 cm;
Alto rico acima de 88 cm.
Para homens:
Ideal até 94 cm;
Risco moderado entre 94 e 102 cm;
Alto risco acima de 102 cm (OMS)
Há também outra forma de se avaliar a obesidade central realizando a Razão Cintura Quadril, que de acordo com a Organização Mundial da Saúde, o perímetro da cintura em cm dividido pelo perímetro do quadril em cm como um dos critérios para caracterizar a síndrome metabólica, com valores de corte de 0,90 para homens e 0,85 para mulheres. Este dado demonstra na população brasileira a risco de comorbidades.
Em 2018, o The New England Journal of Medicine publica um estudo com 350 mil europeus de ambos os sexos e detecta que ter uma cintura maior pode quase dobrar o risco de morrer prematuramente mesmo se o peso da pessoa esteja dentro do IMC sugerido, demonstrando assim o grande risco da gordura da região abdominal.
Como perder gordura abdominal?
Nada de milagres ou loucuras ou dietas da moda, saiba que você pode colocar sua saúde em risco se aderir às tais práticas.
Mudanças no estilo de vida como alimentação balanceada e ingresso em atividades físicas é ainda a maneira mais saudável, eficaz e segura que cuidar da gordura abdominal. Procure sempre orientação de um profissional pois é muito importante saber o que pode comer, como e quando e quais exercícios são mais seguros para sua condição!
Vamos deixar claro primeiramente que estamos lidando com sua saúde, então antes de imaginar qualquer medida "milagrosa" e rápida, pense no quanto ela pode ser prejudicial a tantos órgãos. Pense que você não ganhou peso de uma noite para a outra, foi preciso tempo para isso, logo, não poderá perder também de uma semana para outra, é preciso paciência, dedicação e persistência. É bem verdade que algumas pessoas têm mais facilidade por questão genética ou mesmo por histórico de atividades físicas, mas você não vai desistir apenas porque pode parecer difícil.
Vamos às dicas!
Reeducação alimentar com um Nutricionista, não com coatching nutricional, professor de educação física, endocrinologista e etc. Planejamento Alimentar é tarefa exclusiva do Nutricionista;
Beba água não apenas durante a atividade física, mas sim durante todo o seu dia;
Acompanhe o funcionamento do seu intestino;
Cuidado com o consumo de bebida alcoólica, pois ela retarda muito seu resultado;
Com o professor de educação física: fortalecimento geral e na região com exercícios resistidos, a musculação e também o pilates, estes exercícios fazem com que você aumente seu metabolismo basal, porque quanto mais massa magra tiver, mais energia seu corpo gasta em repouso;
Exercícios aeróbios são necessários, pois além de auxiliar na perda de calorias são extremamente importantes para sua saúde cardiovascular;
Tão importante quanto o treino é o tempo de repouso, portanto um bom acompanhamento profissional é essencial para o sucesso do seu plano;
Stress e falta de sono induzem à liberação de cortisol, facilitando o acúmulo de gordura na região abdominal;
Procure orientação profissional! Não busque milagres, faça uma alimentação balanceada, incorpore exercícios físicos na sua rotina.
Tais Rímoli - Nutricionista e Personal Trainer
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Diuréticos não emagrecem e produzem riscos ao organismo. Saiba 15 situações que podem te deixar com sensação de inchaço e como prevenir
Diuréticos são fármacos que atuam nos rins e tem como objetivo aumentar a excreção urinária e juntamente a perda aumentada de sódio e potássio.
Mas o que isso quer dizer?
O potássio é um eletrólito fundamental para o funcionamento adequado das células nervosas e dos músculos, especialmente as células do músculo cardíaco. Já a falta de sódio que é o eletrólito que ajuda a regular a quantidade de água que está nas células e mantém a estabilidade da pressão sanguínea. Sem ele, seu organismo não funciona corretamente. O sódio precisa ser obtido pela alimentação, pois não o produzimos.
Existem vários tipos deste medicamento e todos com a mesma finalidade, servem para tratamento de doenças como hipertensão arterial, insuficiência renal, cardíaca, edemas entre outras, portanto, estamos falando de um medicamento que produz riscos e como qualquer outro deve ser utilizado apenas sob prescrição médica.
Contrariando o que a maioria das pessoas imagina diuréticos não são eficazes para emagrecer. Eles produzem esta falsa sensação, pois fazem perder líquido do corpo e juntamente com ele vitaminas e minerais importantes no nosso organismo e além do mais, diuréticos não entram no metabolismo de perda de gordura e também poderá desenvolver os seguintes problemas:
Alteração da pressão arterial;
Falta de termorregulação do corpo, podendo causar parada cardíaca;
Risco de desenvolver arritmias;
Complicações no funcionamento de rins e coração;
Risco de desenvolver diabetes;
Desidratação;
Caibras;
Dores de Cabeça;
Diminui o desempenho muscular de aeróbio. Este tópico é muito importante, pois se estamos falando de saúde, automaticamente precisamos relacionar os exercícios, e então você não terá grande autonomia durante os exercícios.
O que é e quais fatores que causam inchaço:
O inchaço é um acúmulo de líquidos excessivo entre as células que pode ser causado por:
1-Insuficiência cardíaca que altera a pressão e provoca inchaço nas pernas e pés;
2-Deficiência proteica;
3-Falta de vitamina do complexo B;
4-Falha renal;
5-Período menstrual;
6-Gravidez;
7-Alergias alimentares;
8-Intolerâncias alimentares;
9-Excesso de sal na alimentação;
10-Mau funcionamento do intestino;
11-Alterações hormonais;
12-Mau funcionamento do fígado
13-Uso de medicamentos;
14-Tabagismo;
15-Falta de exercícios físicos regulares.
Soluções simples podem ser tomadas na dieta para reduzir o inchaço, como diminuir o sal, aumentar a quantidade de frutas, verduras e legumes, aumentar a quantidade de água bem como ativar a circulação por meio de exercícios físicos regulares, evitar ficar muito tempo na mesma posição, não usar roupas e calçados muito apertados, evite a automedicação e uso excessivo de álcool. Estas são as formas seguras e saudáveis de diminuir esta sensação de inchaço.
Convém ressaltar que o uso indiscriminado de chás diuréticos promove o mesmo efeito maléfico, existem pessoas que substituem a água por chás, o que lhe trará o mesmo perigo. Portanto não substitua a água por nada, você pode tomar outros líquidos durante o dia, mas nunca no lugar da água.
De acordo com Tais Rímoli, Nutricionista e Personal Trainer ao invés de usar diuréticos e procurar por emagrecimentos milagrosos, faça alterações saudáveis na dieta e incorpore o exercício físico (resistidos e aeróbios) como prática regular na rotina diária.
Consulte sempre um profissional, visite pelo menos anualmente seu médico, passe com um nutricionista, e também não inicie suas práticas esportivas sem a orientação de um professor devidamente habilitado, esta é a forma mais segura de se manter saudável, não se engane com medicamentos e aquelas propagandas malucas, ser saudável custa pouco e temos como conseguir da melhor forma, a natural.
Tais Rímoli - Nutricionista e Personal Trainer
www.taisrimoli.com.br
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Mas o que isso quer dizer?
O potássio é um eletrólito fundamental para o funcionamento adequado das células nervosas e dos músculos, especialmente as células do músculo cardíaco. Já a falta de sódio que é o eletrólito que ajuda a regular a quantidade de água que está nas células e mantém a estabilidade da pressão sanguínea. Sem ele, seu organismo não funciona corretamente. O sódio precisa ser obtido pela alimentação, pois não o produzimos.
Existem vários tipos deste medicamento e todos com a mesma finalidade, servem para tratamento de doenças como hipertensão arterial, insuficiência renal, cardíaca, edemas entre outras, portanto, estamos falando de um medicamento que produz riscos e como qualquer outro deve ser utilizado apenas sob prescrição médica.
Contrariando o que a maioria das pessoas imagina diuréticos não são eficazes para emagrecer. Eles produzem esta falsa sensação, pois fazem perder líquido do corpo e juntamente com ele vitaminas e minerais importantes no nosso organismo e além do mais, diuréticos não entram no metabolismo de perda de gordura e também poderá desenvolver os seguintes problemas:
Alteração da pressão arterial;
Falta de termorregulação do corpo, podendo causar parada cardíaca;
Risco de desenvolver arritmias;
Complicações no funcionamento de rins e coração;
Risco de desenvolver diabetes;
Desidratação;
Caibras;
Dores de Cabeça;
Diminui o desempenho muscular de aeróbio. Este tópico é muito importante, pois se estamos falando de saúde, automaticamente precisamos relacionar os exercícios, e então você não terá grande autonomia durante os exercícios.
O que é e quais fatores que causam inchaço:
O inchaço é um acúmulo de líquidos excessivo entre as células que pode ser causado por:
1-Insuficiência cardíaca que altera a pressão e provoca inchaço nas pernas e pés;
2-Deficiência proteica;
3-Falta de vitamina do complexo B;
4-Falha renal;
5-Período menstrual;
6-Gravidez;
7-Alergias alimentares;
8-Intolerâncias alimentares;
9-Excesso de sal na alimentação;
10-Mau funcionamento do intestino;
11-Alterações hormonais;
12-Mau funcionamento do fígado
13-Uso de medicamentos;
14-Tabagismo;
15-Falta de exercícios físicos regulares.
Soluções simples podem ser tomadas na dieta para reduzir o inchaço, como diminuir o sal, aumentar a quantidade de frutas, verduras e legumes, aumentar a quantidade de água bem como ativar a circulação por meio de exercícios físicos regulares, evitar ficar muito tempo na mesma posição, não usar roupas e calçados muito apertados, evite a automedicação e uso excessivo de álcool. Estas são as formas seguras e saudáveis de diminuir esta sensação de inchaço.
Convém ressaltar que o uso indiscriminado de chás diuréticos promove o mesmo efeito maléfico, existem pessoas que substituem a água por chás, o que lhe trará o mesmo perigo. Portanto não substitua a água por nada, você pode tomar outros líquidos durante o dia, mas nunca no lugar da água.
De acordo com Tais Rímoli, Nutricionista e Personal Trainer ao invés de usar diuréticos e procurar por emagrecimentos milagrosos, faça alterações saudáveis na dieta e incorpore o exercício físico (resistidos e aeróbios) como prática regular na rotina diária.
Consulte sempre um profissional, visite pelo menos anualmente seu médico, passe com um nutricionista, e também não inicie suas práticas esportivas sem a orientação de um professor devidamente habilitado, esta é a forma mais segura de se manter saudável, não se engane com medicamentos e aquelas propagandas malucas, ser saudável custa pouco e temos como conseguir da melhor forma, a natural.
Tais Rímoli - Nutricionista e Personal Trainer
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A Verdade sobre os Carboidratos: de quais você deve manter distância?
Falar em carboidrato causa arrepio em muitas pessoas. Muitos só pensam em pizza, pães, doces de padaria e etc., mas será que é só isso mesmo? Será que como tudo na vida não existe o lado bom? Então vamos discorrer sobre os carboidratos para que se possa entender melhor.
Os Carboidratos são a principal fonte de energia para nosso organismo e são especialmente importantes porque é também a principal fonte de alimento do nosso sistema nervoso central. Além disso, regula o metabolismo das proteínas, portanto se não houver carboidrato suficiente para nos gerar energia é a proteína que será "desperdiçada", pois será utilizada para promover energia, e deixará de cumprir seu papel principal que é a construção e reparo de tecidos, o que tornaria mais difícil o ganho e manutenção de massa magra.
Qual o perigo das dietas com pouco ou pouquíssimo carboidrato?
Inicialmente você perderá peso, sim, mas vamos pensar juntos: a proteína mantém a massa magra do nosso corpo, que juntamente com os exercícios físicos resistidos ajuda a manter a taxa metabólica basal (o quanto gastamos de energia em repouso) mais alta, faltando os carboidratos, as proteínas deixam seu papel de lado para produzir energia, diminuindo assim sua taxa metabólica, e como se não bastasse, acabando com seu rendimento nos exercícios, e ainda de brinde poderá sentir sintomas de baixa função da tireoide, incluindo extremidades frias, perda de cabelo, problemas digestivos, flacidez, ossos fracos, má digestão, irritabilidade, ansiedade, depressão entre outros.
Quando estas alterações estão instaladas, você irá parar de perder peso, porque seu corpo preocupado com sua nova realidade irá entrar em uma forma "mais econômica de energia". Além disso, dietas ricas em gorduras saturadas e pouco ou nenhum carboidrato mostram um aumento do LDL bem acima do limite estabelecido, podendo aumentar seu colesterol total; e não para por aqui! Utilizar por muito tempo apenas proteínas como fonte de energia pode levar à formação de ácido úrico e ureia demasiada, sobrecarregando os rins, que por sua vez, como consequência poderá sobrecarregar o fígado.
Entendi a importância do carboidrato, mas quanto devo consumir?
É recomendado seguir uma alimentação que forneça pelo menos 50% do seu total calórico em carboidrato. Porém, para quem pratica atividade física essa quantidade deve ser maior e vai variar de acordo com o tipo, frequência e intensidade dos treinos. Por isso o ideal é visitar um nutricionista, pois ele fará os cálculos exatos de suas necessidades. Lembre-se de nossa individualidade biológica, nada de pegar a dieta que a vizinha recebeu.
Onde encontramos os carboidratos?
Arroz, batata, massas em geral, mandioca, pães, aveia, granola, cereais, frutas e legumes. Mas dê preferência aos alimentos integrais (que trazem vitaminas, minerais e fibras), pois os refinados fornecem calorias "vazias", aquelas que não ajudam a nutrir o corpo.
Escolher melhor as fontes de carboidrato é a forma mais saudável de se manter em forma, ficando longe de alimentos ultraprocessados como macarrão instantâneo, bolachas, bolos dentre outros pois tem maior índice glicêmico, mais açúcar refinado, sódio, gorduras e aditivos.
Segundo Tais Rímoli, Nutricionista e Personal Trainer, o grande segredo de uma vida saudável é o equilíbrio, isso serve para todas as vertentes da vida, não é legal ser uma pessoa muito permissiva, mas também ser inflexível não é muito próspero. Então o papel aqui é demonstrar que todos os alimentos podem e devem ser consumidos de forma proporcional e de acordo com seu estilo de vida.
Daí mais uma vez entra a importância de se entender que cada um tem sua rotina, sua individualidade biológica, sua genética, seu histórico alimentar e de atividades físicas e por aí vai. Sendo todos tão diferentes o que te faz pensar que abrirá uma revista e encontrará uma dieta de sucesso? Pense nisso antes de arriscar sua saúde!
Tais Rímoli - Nutricionista e Personal Trainer
www.taisrimoli.com.br
@taisrimoli
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Os Carboidratos são a principal fonte de energia para nosso organismo e são especialmente importantes porque é também a principal fonte de alimento do nosso sistema nervoso central. Além disso, regula o metabolismo das proteínas, portanto se não houver carboidrato suficiente para nos gerar energia é a proteína que será "desperdiçada", pois será utilizada para promover energia, e deixará de cumprir seu papel principal que é a construção e reparo de tecidos, o que tornaria mais difícil o ganho e manutenção de massa magra.
Qual o perigo das dietas com pouco ou pouquíssimo carboidrato?
Inicialmente você perderá peso, sim, mas vamos pensar juntos: a proteína mantém a massa magra do nosso corpo, que juntamente com os exercícios físicos resistidos ajuda a manter a taxa metabólica basal (o quanto gastamos de energia em repouso) mais alta, faltando os carboidratos, as proteínas deixam seu papel de lado para produzir energia, diminuindo assim sua taxa metabólica, e como se não bastasse, acabando com seu rendimento nos exercícios, e ainda de brinde poderá sentir sintomas de baixa função da tireoide, incluindo extremidades frias, perda de cabelo, problemas digestivos, flacidez, ossos fracos, má digestão, irritabilidade, ansiedade, depressão entre outros.
Quando estas alterações estão instaladas, você irá parar de perder peso, porque seu corpo preocupado com sua nova realidade irá entrar em uma forma "mais econômica de energia". Além disso, dietas ricas em gorduras saturadas e pouco ou nenhum carboidrato mostram um aumento do LDL bem acima do limite estabelecido, podendo aumentar seu colesterol total; e não para por aqui! Utilizar por muito tempo apenas proteínas como fonte de energia pode levar à formação de ácido úrico e ureia demasiada, sobrecarregando os rins, que por sua vez, como consequência poderá sobrecarregar o fígado.
Entendi a importância do carboidrato, mas quanto devo consumir?
É recomendado seguir uma alimentação que forneça pelo menos 50% do seu total calórico em carboidrato. Porém, para quem pratica atividade física essa quantidade deve ser maior e vai variar de acordo com o tipo, frequência e intensidade dos treinos. Por isso o ideal é visitar um nutricionista, pois ele fará os cálculos exatos de suas necessidades. Lembre-se de nossa individualidade biológica, nada de pegar a dieta que a vizinha recebeu.
Onde encontramos os carboidratos?
Arroz, batata, massas em geral, mandioca, pães, aveia, granola, cereais, frutas e legumes. Mas dê preferência aos alimentos integrais (que trazem vitaminas, minerais e fibras), pois os refinados fornecem calorias "vazias", aquelas que não ajudam a nutrir o corpo.
Escolher melhor as fontes de carboidrato é a forma mais saudável de se manter em forma, ficando longe de alimentos ultraprocessados como macarrão instantâneo, bolachas, bolos dentre outros pois tem maior índice glicêmico, mais açúcar refinado, sódio, gorduras e aditivos.
Segundo Tais Rímoli, Nutricionista e Personal Trainer, o grande segredo de uma vida saudável é o equilíbrio, isso serve para todas as vertentes da vida, não é legal ser uma pessoa muito permissiva, mas também ser inflexível não é muito próspero. Então o papel aqui é demonstrar que todos os alimentos podem e devem ser consumidos de forma proporcional e de acordo com seu estilo de vida.
Daí mais uma vez entra a importância de se entender que cada um tem sua rotina, sua individualidade biológica, sua genética, seu histórico alimentar e de atividades físicas e por aí vai. Sendo todos tão diferentes o que te faz pensar que abrirá uma revista e encontrará uma dieta de sucesso? Pense nisso antes de arriscar sua saúde!
Tais Rímoli - Nutricionista e Personal Trainer
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Estudos associam o consumo de Junk Food com maior risco de desenvolver depressão: quais alimentos devem estar presentes em uma rotina alimentar?
Com mais de 322 milhões de pessoas no mundo sofrendo com a depressão que é considerada como “Mal do Século” pela Organização Mundial da Saúde, atingindo cerca de 11.5 milhões de brasileiros que inclusive lideram o ranking dentro da América Latina. O assunto deve ser levado com a maior seriedade já que em 2015 segundo a OMS, 800 mil pessoas cometeram suicídio no mundo. Entre os jovens de 15 a 29 anos de idade esta foi a segunda maior causa de morte. Estima-se que até 2020 a doença silenciosa seja a principal incapacitante no mundo.
De acordo com o Ministério da Saúde, a depressão é um distúrbio afetivo caracterizado por apresentar tristeza profunda, alteração de apetite, alterações no peso falta de animo, falta de interesse generalizado, dificuldade em tomar decisões, dificuldade de concentração, tristeza, pessimismo e baixa autoestima, oscilação de humor e pensamentos podendo culminar em comportamento suicida.
A depressão também é responsável por alterações fisiológicas no corpo podendo ser porta de entrada para outras doenças como baixa no sistema de imunidade, maiores problemas de processos inflamatórios e infecciosos e dependendo da gravidade, desencadear doenças cardiovasculares e hipertensão. OPAS/OMS – Brasil
Diversos estudos na área demonstram que a depressão é uma doença com alterações químicas no cérebro principalmente no que diz respeito de neurotransmissores (serotonina, noradrenalina e, em menor proporção, dopamina), substâncias que transmitem impulsos nervosos entre as células considerando que possivelmente para algumas pessoas as alterações sociais e psicológicas podem ser consequência e não a causa da depressão.
Quando se trata de alimentos, os ricos em açúcares, gordura trans e saturadas têm sido reconhecidos como alimentos “de conforto” para quem tem os sintomas depressivos instalados e promovem melhora momentânea dos sintomas, mas podem agravar os episódios depressivos a longo prazo aumentando assim o risco de desenvolver doenças crônicas e obesidade.
De acordo com o Dr Teng Chi Tung – Médico psiquiatra, membro do Conselho Científico da ABRATA (Associação brasileira de Familiares, Amigos e Portadores de Transtornos afetivos), o Ômega 3 encontrado em peixes, cereais e sementes e óleo de canola é essencial no tratamento da depressão e especialmente quando os antidepressivos demonstram resultados insatisfatórios. Ainda falando sobre nutrientes fundamentais para combater os males da depressão ele cita o Complexo B (carnes, ovos, e derivados de leite) pois sua falta no organismo pode prejudicar o funcionamento cerebral induzir a pessoa a episódios mais graves.
Sobre os hábitos nocivos à saúde estudados em pacientes com grau maior de depressão comparados com os que não se enquadram, o primeiro grupo fuma mais, ingere mais bebida alcoólica, é mais sedentário, assiste mais horas de televisão, consome menos frutas, verduras e legumes e mais carnes gordurosas, menor consumo de peixes e maior consumo de doces e refrigerantes.
Em um estudo publicado pela Universidade de Cambridge em 2012 acompanhou mais de 10 mil participantes por pouco mais de seis anos, encontrou associação entre consumo na rotina de gorduras trans e fast food (hambúrgueres, salsichas, pizza) e produtos de panificação (muffins, doughnuts, croissants) com maior risco de depressão.
O quadro do paciente em depressão apresenta as seguintes características:
Equilibrar a dieta do paciente equalizando todos os nutrientes e enfatizar os seguintes grupos:
Triptofano e Ômega-3: carne, peixe, frutos do mar, ovo, castanhas, amendoim, ervilha, abacate, couve-flor, banana, grão-de-bico;
Cálcio: leite e derivados;
Ferro: carne vermelha, brócolis, espinafre, couve, grão-de-bico, lentilha, ervilha, feijão, tofú, algas, cereais integrais;
Magnésio: chocolate, castanhas, amêndoas, sementes de abóbora, arroz integral, gérmen de trigo, aveia, abacate e banana;
Complexo B: espinafre, couve manteiga, leite e derivados, fígado, frango, ameixa e melancia;
Vitamina C: acerola, goiaba, abacaxi, laranja, limão, tangerina, amora, framboesa;
Vitamina D: carnes, peixes e frutos do mar, como salmão, sardinha e mariscos, e alimentos como ovo, leite, fígado, queijos e cogumelos. A falta de vitamina D pode aumentar em até 75% o risco de depressão em pessoas com mais de 50 anos de acordo com estudo publicado no Journal of Post-Acute e Long-Term Care Medicine.
Fibras: alimentos integrais, cereais, frutas, verduras, legumes.
Alimentos como frituras, ultraprocessados como salgadinhos, bolachas, fast food, bebidas alcoólicas, refrigerantes em excesso consumidos com regularidade e sedentarismo podem ajudar a desencadear a depressão.
Convém lembrar que de acordo com a OMS, o consumo de carnes vermelhas não deve ultrapassar de três vezes na semana e que não existem níveis seguros para o consumo de embutidos
De acordo com Tais Rímoli, Nutricionista e Personal Trainer, é preciso entender a real necessidade de manter na rotina equilíbrio dos nutrientes dando ênfase aos alimentos dos grupos citados, os in natura e minimamente processados para que junto com o hábito de se exercitar e melhorando a qualidade do sono, se possa criar mecanismos de tratamento efetivo no controle da depressão, “Mal do Século”.
Tais Rímoli
Nutricionista e Personal Trainer
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De acordo com o Ministério da Saúde, a depressão é um distúrbio afetivo caracterizado por apresentar tristeza profunda, alteração de apetite, alterações no peso falta de animo, falta de interesse generalizado, dificuldade em tomar decisões, dificuldade de concentração, tristeza, pessimismo e baixa autoestima, oscilação de humor e pensamentos podendo culminar em comportamento suicida.
A depressão também é responsável por alterações fisiológicas no corpo podendo ser porta de entrada para outras doenças como baixa no sistema de imunidade, maiores problemas de processos inflamatórios e infecciosos e dependendo da gravidade, desencadear doenças cardiovasculares e hipertensão. OPAS/OMS – Brasil
Diversos estudos na área demonstram que a depressão é uma doença com alterações químicas no cérebro principalmente no que diz respeito de neurotransmissores (serotonina, noradrenalina e, em menor proporção, dopamina), substâncias que transmitem impulsos nervosos entre as células considerando que possivelmente para algumas pessoas as alterações sociais e psicológicas podem ser consequência e não a causa da depressão.
Quando se trata de alimentos, os ricos em açúcares, gordura trans e saturadas têm sido reconhecidos como alimentos “de conforto” para quem tem os sintomas depressivos instalados e promovem melhora momentânea dos sintomas, mas podem agravar os episódios depressivos a longo prazo aumentando assim o risco de desenvolver doenças crônicas e obesidade.
De acordo com o Dr Teng Chi Tung – Médico psiquiatra, membro do Conselho Científico da ABRATA (Associação brasileira de Familiares, Amigos e Portadores de Transtornos afetivos), o Ômega 3 encontrado em peixes, cereais e sementes e óleo de canola é essencial no tratamento da depressão e especialmente quando os antidepressivos demonstram resultados insatisfatórios. Ainda falando sobre nutrientes fundamentais para combater os males da depressão ele cita o Complexo B (carnes, ovos, e derivados de leite) pois sua falta no organismo pode prejudicar o funcionamento cerebral induzir a pessoa a episódios mais graves.
Sobre os hábitos nocivos à saúde estudados em pacientes com grau maior de depressão comparados com os que não se enquadram, o primeiro grupo fuma mais, ingere mais bebida alcoólica, é mais sedentário, assiste mais horas de televisão, consome menos frutas, verduras e legumes e mais carnes gordurosas, menor consumo de peixes e maior consumo de doces e refrigerantes.
Em um estudo publicado pela Universidade de Cambridge em 2012 acompanhou mais de 10 mil participantes por pouco mais de seis anos, encontrou associação entre consumo na rotina de gorduras trans e fast food (hambúrgueres, salsichas, pizza) e produtos de panificação (muffins, doughnuts, croissants) com maior risco de depressão.
O quadro do paciente em depressão apresenta as seguintes características:
- Má alimentação;
- Deficiência de nutrientes;
- Ingestão excessiva de carboidratos simples;
- Ingestão excessiva de alimentos ultraprocessados e refinados;
- Ingestão excessiva de bebidas alcóolicas;
- Alterações nos exames laboratoriais;
- Alterações de peso;
- Alterações hormonais;
Equilibrar a dieta do paciente equalizando todos os nutrientes e enfatizar os seguintes grupos:
Triptofano e Ômega-3: carne, peixe, frutos do mar, ovo, castanhas, amendoim, ervilha, abacate, couve-flor, banana, grão-de-bico;
Cálcio: leite e derivados;
Ferro: carne vermelha, brócolis, espinafre, couve, grão-de-bico, lentilha, ervilha, feijão, tofú, algas, cereais integrais;
Magnésio: chocolate, castanhas, amêndoas, sementes de abóbora, arroz integral, gérmen de trigo, aveia, abacate e banana;
Complexo B: espinafre, couve manteiga, leite e derivados, fígado, frango, ameixa e melancia;
Vitamina C: acerola, goiaba, abacaxi, laranja, limão, tangerina, amora, framboesa;
Vitamina D: carnes, peixes e frutos do mar, como salmão, sardinha e mariscos, e alimentos como ovo, leite, fígado, queijos e cogumelos. A falta de vitamina D pode aumentar em até 75% o risco de depressão em pessoas com mais de 50 anos de acordo com estudo publicado no Journal of Post-Acute e Long-Term Care Medicine.
Fibras: alimentos integrais, cereais, frutas, verduras, legumes.
Alimentos como frituras, ultraprocessados como salgadinhos, bolachas, fast food, bebidas alcoólicas, refrigerantes em excesso consumidos com regularidade e sedentarismo podem ajudar a desencadear a depressão.
Convém lembrar que de acordo com a OMS, o consumo de carnes vermelhas não deve ultrapassar de três vezes na semana e que não existem níveis seguros para o consumo de embutidos
De acordo com Tais Rímoli, Nutricionista e Personal Trainer, é preciso entender a real necessidade de manter na rotina equilíbrio dos nutrientes dando ênfase aos alimentos dos grupos citados, os in natura e minimamente processados para que junto com o hábito de se exercitar e melhorando a qualidade do sono, se possa criar mecanismos de tratamento efetivo no controle da depressão, “Mal do Século”.
Tais Rímoli
Nutricionista e Personal Trainer
www.taisrimoli.com.br
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15 maio 2019
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