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03 dezembro 2021

Obesidade e suas comorbidades


Você sabe quais são os riscos que a obesidade traz? Sabe que o sobrepeso causa os mesmos riscos?

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Devido à pandemia, agora todos já estamos cansados de saber que a obesidade e sobrepeso são comorbidades e aumentam os riscos de outras doenças.

Alguns exemplos são:

- Problemas respiratórios (a preocupação com o Corona Vírus),

- Impotência e infertilidade, dado a circulação de sangue ser afetada para os homens, e a alteração de hormônios nas mulheres.

- Hipertensão, pressão alta,

  • Diabetes,

- Colesterol alto, tendo riscos de infarto pela gordura nos vasos sanguíneos.

Os cuidados para evitar ou sair da obesidade e sobrepeso vão muito além de um olhar estético, e sim da saúde física do seu bem-estar e qualidade de vida.

Uma boa alimentação e exercícios são extremamente necessários.

Marque sua avaliação e saiba mais como cuidar da sua saúde!

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Sua Nutri e Personal @taisrimoli

24 novembro 2021

Telemedicina



Pensando no impacto social que a pandemia do coronavírus causou na rotina de todos, inclusive nos cuidados à nossa saúde, muitos profissionais optaram por oferecer telemedicina aos seus pacientes. 🩺
Porém, as vantagens de poder ser atendido de forma online vão além da pandemia. Hoje o paciente pode escolher quak profissional ele mais se identifica e realizar a consulta sem precisar estar no mesmo país, estado, pegar trânsito ou sair do conforto de sua casa.
Os preparos para a consulta online são importantes para não haver imprevistos, algumas recomendações são:
Organize com antecedência seus exames (digitalizando-os ou tirando foto visível)
Verifique sua conexão da internet com antecedência do horário da consulta
Escolha um ambiente silencioso, que não tenha interrupções ou distrações
Anote suas principais dúvidas e levantamentos
Gostou das dicas? Me diga nos comentários se já consultou por telemedicina e o que achou!
Sua #Nutricionista e #PersonalTrainer @taisrimoli
#telemedicina #nutrição #atendimentoonline #saúde #consultaonline #prevenção

23 março 2020

Distúrbios do Sono




Segundo OMS, o distúrbio do sono afeta 40% dos brasileiros e 45% da população mundial. Saiba quais os principais problemas da Privação Crônica de Sono

 

Um estudo realizado pelo Instituto Datafolha junto com o Instituto do Sono, mostrou que 23% da população no Estado de São Paulo têm queixas de sono insuficiente. O Detran relata que 20% dos acidentes de trânsito estão associados a indivíduos que estão sonolentos. Já os dados da Associação Brasileira do Sono demonstram que 60% dos brasileiros dormem menos de 7 horas por noite.

 

Estes números demonstram a quantidade enorme de pessoas que convivem com a falta de sono, que é essencial  para manutenção da imunidade, para que o cérebro processe informações, armazene memórias e elabore estratégias diárias para resolução de problemas.

 

Segundo o Ministério da Saúde, existe uma relação significativa entre duração curta do sono e o aumento do IMC. Poucas horas de sono alteram o padrão dos hormônios que controlam a fome baixando níveis de leptina (responsável por reduzir o apetite) e aumentando os níveis de grelina (que age estimulando o apetite). Outro hormônio importante que aumenta sua produção conforme anoitece é a melatonina, alcançando seu pico máximo quando estamos dormindo. A interrupção contínua da produção de melatonina pode ajudar a levar à insônia crônica. Além disso estudos recentes demonstram outra função deste hormônio: antioxidante e auxilio na reabilitação de neurônios atingidos pelo Mal de Alzheimer ou por períodos de isquemia.

 

De acordo com especialistas, cerca de 75% dos pacientes com depressão relatam dificuldade para dormir ou insônia (JAMA Psychiatry, 2018).

Outra alteração importante é a do cortisol, conhecido como hormônio do stress, pois a privação de sono aumenta a sua produção, mantendo o corpo em constante estado de alerta, mais sensível a dor e cansaço impedindo assim que a musculatura consiga relaxar.

 

Pode parecer que já foi relatado tudo sobre a privação de sono? Os prejuízos são inúmeros e será citado mais alguns abaixo:

 

Aumenta as chances de você comer mais;

Você procura alimentos mais calóricos e ou gordurosos;

Eleva seu peso;

Diminui a sensibilidade à insulina;

Aumenta o risco de Diabetes;

Aumenta sua chance de doença cardiovascular;

Diminui a concentração;

Aumenta o mau humor;

Aumenta a chance de desenvolver depressão e ansiedade;

Aumenta cansaço e fadiga;

Altera a produção de hormônios;

Diminui a imunidade;

Dores nas costas;

Dores de cabeça;

Acelera o processo de envelhecimento.

 

O reparo dos tecidos cerebrais e físicos ocorrem durante a noite, portanto o descanso é fundamental para homeostase do seu organismo.  

 

O que podemos fazer para melhorar a qualidade do sono?

 

Sem dúvida nenhuma precisaremos citar que um plano alimentar equilibrado, variado e rico em nutrientes faz com que seu corpo não sofra de carências nutricionais, diminuindo assim seu cansaço crônico, fazendo com que se produza mais durante o dia e mantenha equilibrada a produção de hormônios para que você consiga obter uma ótima noite de sono. E falando em melhora da produção de hormônios outro fator de igual importância é a manutenção da regularidade em seus exercícios físicos que irá proporcionar equilíbrio em seu estado saudável.

 

Contribua para seu sono criando um ambiente adequado para um melhor repouso do organismo, ausente de luz, som, cheiros ou qualquer fonte de calor e ou frio extremos e estímulos que atrapalhe o sono.

 

Outro fator importantíssimo que se deve ressaltar: dormir mais no fim de semana não conserta danos causados pela falta de sono, portanto, Descanse!

 

Viu a importância do Equilíbrio?

 

Tais Rímoli

Nutricionista e Personal Trainer

www.taisrimoli.com.br

 


01 junho 2019

A Obesidade triplica o risco de morte por complicações e o Sobrepeso já é suficiente para reduzir a expectativa de vida

De acordo com os últimos dados da ABESO, 2019 (Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica), 50% da população Brasileira encontra-se acima do peso (sobrepeso e obesidade), e entre as crianças este número estaria entre 15%. A obesidade é um dos maiores problemas de saúde pública no mundo tendo como projeção em 2025 cerca de 2,3 bilhões de adultos em sobrepeso e mais de 700 milhões dentro do quadro de obesidade (OMS, 2019).

Mas estar acima do peso é apenas uma questão estética?

Já é sabido que as complicações de estar acima do peso e da inatividade física são reais. Vamos discorrer abaixo sobre suas complicações e, claro, vamos falar também sobre tratamento.
A obesidade é uma doença que como qualquer outra e necessita de cuidados específicos. Dados recentes demonstram que tanto as pessoas obesas quanto as que estão em sobrepeso tem riscos de desenvolver problemas como hipertensão arterial, doenças cardiovasculares, diabetes tipo 2, artrose, artrite, pedra na vesícula, refluxo, apneia no sono, tumores, cansaço físico, alterações hormonais, infertilidade e baixa da autoestima que acarreta uma outra doença incapacitante: a depressão.

Ainda dentro dos complicadores da obesidade temos o próprio tecido gorduroso é um tecido nocivo e metabolicamente ativo, que produz enzimas causadoras da resistência à insulina.

Mas onde todos estes dados vão chegar?

Em 1988, (Reaven) foi descrita inicialmente a Sindrome X, que seria um conjunto de fatores de risco cardiovascular que estava usualmente associada à obesidade. Posteriormente surge o termo Síndrome Metabólica que se denomina como: conjunto de doenças associadas que vão levar ao aumento do risco de problemas cardiovasculares.

Quem tem a Síndrome Metabólica?

É considerado portador da síndrome metabólica, os indivíduos que possuem pelo menos 3 dos 5 critérios abaixo:

Circunferência abdominal maior que 102 cm em homens e 88 cm em mulheres;
Níveis de triglicerídeos sanguíneos maiores que 150 mg/dl;
Colesterol HDL (colesterol bom) menor que 40 mg/dl em homens e 50 mg/dl em mulheres;
Pressão arterial maior que 130 /85 mmHg;
Níveis de glicose em jejum maiores que 100 mg/dl.

De Acordo com a Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, (2019), A Obesidade triplica o risco de morte por complicações e o Sobrepeso já  é suficiente para reduzir a expectativa de vida.

Como se pode reverter a Síndrome Metabólica?

É de extrema importância que se trate todos os componentes da síndrome, adotar um estilo de vida saudável, se alimentar de forma equilibrada e perder peso. Em alguns casos poderá ser necessário o uso de medicamentos, mas consulte um médico para avaliação da conduta correta. (Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, 2019).

Ir para a academia ajuda?

Em uma revisão da literatura feita em 2008 por Guttierres, demonstrou que o treinamento de força parece ter um efeito protetor para a prevalência de síndrome metabólica pelo fato de aumentar a massa muscular, reduzir o tecido adiposo visceral, aumentar a imunidade, elevar a sensibilidade dos receptores da insulina (melhorando o controle do diabetes), melhora dos níveis de colesterol, diminui a pressão arterial e aumento do gasto calórico promovendo melhor controle do peso corporal.

Como devo me alimentar?

Para Steemburgo, 2007 a alimentação equilibrada possui papel importante tanto no controle quanto na prevenção da síndrome metabólica. Dados recentes associam a presença da doença com baixo consumo de grãos integrais, frutas e vegetais. Estes alimentos são fontes importantes de fibras, nutriente este que está associado à redução de riscos cardiovasculares.

Não deixe a doença se instalar, a obesidade tem causa multifatorial. Procure ajuda com profissionais devidamente habilitados. Pratique atividades físicas regulares e mantenha uma alimentação equilibrada. Não procure milagres nem pílula mágica. Saúde é coisa séria.

Tais Rímoli
Nutricionista e Personal Trainer
www.taisrimoli.com.br

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